Correlação de tempos no subjuntivo: presente pede presente, passado pede imperfeito
Correlação de tempos no subjuntivo: presente pede presente, passado pede imperfeito significa “O tempo da oração principal determina o tempo do subjuntivo na oração subordinada”. Depois dos verbos de vontade, pedido, esperança e dúvida (querer, pedir, esperar, duvidar que), o tempo do subjuntivo não é livre: é ditado pelo tempo do verbo da oração principal. Formação: oração principal no presente/futuro → subjuntivo presente (que faça) · oração principal no passado/condicional → subjuntivo imperfeito (que fizesse) · anterioridade → formas compostas (que tenha feito / que tivesse feito)
O tempo da oração principal determina o tempo do subjuntivo na oração subordinada
C1Formação
oração principal no presente/futuro → subjuntivo presente (que faça) · oração principal no passado/condicional → subjuntivo imperfeito (que fizesse) · anterioridade → formas compostas (que tenha feito / que tivesse feito)
Explicação
Depois dos verbos de vontade, pedido, esperança e dúvida (querer, pedir, esperar, duvidar que), o tempo do subjuntivo não é livre: é ditado pelo tempo do verbo da oração principal. A regra prática é simples: verbo principal no presente pede subjuntivo presente, verbo principal no passado pede subjuntivo imperfeito. Por isso Quero que você venha, mas Eu queria que você viesse; Peço que ele fique, mas Pedi que ele ficasse; um verbo principal no futuro do pretérito comporta-se como passado, daí Seria bom que ela soubesse. Para marcar que a ação subordinada é anterior, usam-se as formas compostas: Espero que ele tenha chegado (presente) contra Eu esperava que ele tivesse chegado (passado). Esse recuo do tempo é obrigatório na fala e na escrita cuidadas, e o erro clássico de quem aprende é congelar o presente e dizer Queria que você venha onde o certo é viesse. Quem fala espanhol leva grande vantagem aqui, porque o espanhol segue exatamente a mesma correlação (quiero que vengas / quería que vinieras).
Exemplos
Observação
Teste rápido: se o verbo principal for queria, pedia, esperava, seria, o subjuntivo seguinte tem de terminar em -sse (viesse, fizesse, soubesse), nunca no presente -a/-e.
FAQ
Correlação de tempos no subjuntivo: presente pede presente, passado pede imperfeito — o que significa e como se usa?
O tempo da oração principal determina o tempo do subjuntivo na oração subordinada. Depois dos verbos de vontade, pedido, esperança e dúvida (querer, pedir, esperar, duvidar que), o tempo do subjuntivo não é livre: é ditado pelo tempo do verbo da oração principal. A regra prática é simples: verbo principal no presente pede subjuntivo presente, verbo principal no passado pede subjuntivo imperfeito. Por isso Quero que você venha, mas Eu queria que você viesse; Peço que ele fique, mas Pedi que ele ficasse; um verbo principal no futuro do pretérito comporta-se como passado, daí Seria bom que ela soubesse. Para marcar que a ação subordinada é anterior, usam-se as formas compostas: Espero que ele tenha chegado (presente) contra Eu esperava que ele tivesse chegado (passado). Esse recuo do tempo é obrigatório na fala e na escrita cuidadas, e o erro clássico de quem aprende é congelar o presente e dizer Queria que você venha onde o certo é viesse. Quem fala espanhol leva grande vantagem aqui, porque o espanhol segue exatamente a mesma correlação (quiero que vengas / quería que vinieras).
Correlação de tempos no subjuntivo: presente pede presente, passado pede imperfeito — como se forma?
oração principal no presente/futuro → subjuntivo presente (que faça) · oração principal no passado/condicional → subjuntivo imperfeito (que fizesse) · anterioridade → formas compostas (que tenha feito / que tivesse feito)
Correlação de tempos no subjuntivo: presente pede presente, passado pede imperfeito — há observações de uso?
Teste rápido: se o verbo principal for queria, pedia, esperava, seria, o subjuntivo seguinte tem de terminar em -sse (viesse, fizesse, soubesse), nunca no presente -a/-e.