Os usos de "se"

Os usos de "se" significa “Os muitos usos de "se": reflexivo, recíproco, apassivador, indeterminado, pronominal e condicional”. A partícula "se" é uma das mais versáteis do português e desempenha vários papéis. Formação: se + V (reflexivo / recíproco / apassivador / indeterminado / pronominal) · Se + oração (conjunção condicional)

Os muitos usos de "se": reflexivo, recíproco, apassivador, indeterminado, pronominal e condicional

B2

Formação

se + V (reflexivo / recíproco / apassivador / indeterminado / pronominal) · Se + oração (conjunção condicional)

Explicação

A partícula "se" é uma das mais versáteis do português e desempenha vários papéis. Como reflexivo, indica que o sujeito age sobre si mesmo ("Ela se machucou"); como recíproco, que duas pessoas agem uma sobre a outra ("Eles se abraçaram"). Ela também forma a passiva sintética ("Vende-se casa") e o índice de indeterminação do sujeito, quando o verbo fica na 3ª pessoa do singular ("Vive-se bem aqui"). Muitos verbos, além disso, exigem o "se" como parte integrante, sem qualquer valor reflexivo real ("queixar-se", "arrepender-se"). Por fim, escrito do mesmo jeito, "se" também é a conjunção condicional que equivale a "if" ("Se chover, não vou"). No Brasil, é muito comum a próclise, com o "se" antes do verbo mesmo no início da frase ("Se machucou", "Se vende").

Exemplos

O meu filho se machucou jogando bola.
Aqui se fala português.

Observação

⚠ Na passiva sintética, a norma culta manda concordar com o sujeito plural ("Vendem-se casas"), mas na fala brasileira é comum a forma invariável ("Vende-se casas") — uma variação contestada até entre brasileiros. O espanhol tem exatamente o mesmo conjunto de usos ("se vende", "se vive bien", "se arrepintió"), o que ajuda muito na transferência; só cuidado com essa concordância.

FAQ

Os usos de "se" — o que significa e como se usa?

Os muitos usos de "se": reflexivo, recíproco, apassivador, indeterminado, pronominal e condicional. A partícula "se" é uma das mais versáteis do português e desempenha vários papéis. Como reflexivo, indica que o sujeito age sobre si mesmo ("Ela se machucou"); como recíproco, que duas pessoas agem uma sobre a outra ("Eles se abraçaram"). Ela também forma a passiva sintética ("Vende-se casa") e o índice de indeterminação do sujeito, quando o verbo fica na 3ª pessoa do singular ("Vive-se bem aqui"). Muitos verbos, além disso, exigem o "se" como parte integrante, sem qualquer valor reflexivo real ("queixar-se", "arrepender-se"). Por fim, escrito do mesmo jeito, "se" também é a conjunção condicional que equivale a "if" ("Se chover, não vou"). No Brasil, é muito comum a próclise, com o "se" antes do verbo mesmo no início da frase ("Se machucou", "Se vende").

Os usos de "se" — como se forma?

se + V (reflexivo / recíproco / apassivador / indeterminado / pronominal) · Se + oração (conjunção condicional)

Os usos de "se" — há observações de uso?

⚠ Na passiva sintética, a norma culta manda concordar com o sujeito plural ("Vendem-se casas"), mas na fala brasileira é comum a forma invariável ("Vende-se casas") — uma variação contestada até entre brasileiros. O espanhol tem exatamente o mesmo conjunto de usos ("se vende", "se vive bien", "se arrepintió"), o que ajuda muito na transferência; só cuidado com essa concordância.

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