Objeto direto de 3ª pessoa: o/a/os/as e as formas -lo/-la e -no
Objeto direto de 3ª pessoa: o/a/os/as e as formas -lo/-la e -no significa “O clítico objeto direto de 3ª pessoa o/a/os/as da norma escrita, que vira -lo/-la depois de -r/-s/-z e -no/-na depois de nasal — mas a fala o evita”. Na norma escrita, o, a, os, as substituem um objeto direto de 3ª pessoa: Comprei o livro → Comprei-o; Vi a Ana → Vi-a. Formação: V + o/a/os/as · após -r/-s/-z: cai a consoante → -lo/-la (fazê-lo, comprá-la, pô-los) · após nasal -m/-ão/-õe: -no/-na (viram-no, põe-no)
O clítico objeto direto de 3ª pessoa o/a/os/as da norma escrita, que vira -lo/-la depois de -r/-s/-z e -no/-na depois de nasal — mas a fala o evita
B2Formação
V + o/a/os/as · após -r/-s/-z: cai a consoante → -lo/-la (fazê-lo, comprá-la, pô-los) · após nasal -m/-ão/-õe: -no/-na (viram-no, põe-no)
Explicação
Na norma escrita, o, a, os, as substituem um objeto direto de 3ª pessoa: Comprei o livro → Comprei-o; Vi a Ana → Vi-a. Quando o verbo termina em -r, -s ou -z, essa consoante cai e o clítico ganha um l: fazer + o → fazê-lo, comprar + a → comprá-la, pôr + os → pô-los, fez + o → fê-lo, fiz + o → fi-lo (repare no acento que recai na vogal que ficou final). Quando o verbo termina em nasal (-m, -ão, -õe), o clítico ganha um n: viram + o → viram-no, põe + o → põe-no. Eis a realidade brasileira decisiva: todo esse sistema é essencialmente literário e da escrita formal — na fala cotidiana ninguém diz comprei-o nem vou fazê-lo. As pessoas dizem comprei ele, omitem o objeto ou repetem o substantivo; você aprende essas formas para ler e escrever com formalidade, não para conversar. É também uma divergência clara com o espanhol, que mantém lo/la na fala (lo compré) enquanto o português falado recorre a ele ou a nada.
Exemplos
Observação
Diga as formas em voz alta, mas espere encontrá-las sobretudo na escrita. Na fala, essas mesmas frases viram vou tentar fazer, resolvi comprar (objeto nulo) ou resolvi comprar ela. Não confunda -lo (verbo + clítico) com o artigo o: fazê-lo é uma palavra, faz o dever são duas.
FAQ
Objeto direto de 3ª pessoa: o/a/os/as e as formas -lo/-la e -no — o que significa e como se usa?
O clítico objeto direto de 3ª pessoa o/a/os/as da norma escrita, que vira -lo/-la depois de -r/-s/-z e -no/-na depois de nasal — mas a fala o evita. Na norma escrita, o, a, os, as substituem um objeto direto de 3ª pessoa: Comprei o livro → Comprei-o; Vi a Ana → Vi-a. Quando o verbo termina em -r, -s ou -z, essa consoante cai e o clítico ganha um l: fazer + o → fazê-lo, comprar + a → comprá-la, pôr + os → pô-los, fez + o → fê-lo, fiz + o → fi-lo (repare no acento que recai na vogal que ficou final). Quando o verbo termina em nasal (-m, -ão, -õe), o clítico ganha um n: viram + o → viram-no, põe + o → põe-no. Eis a realidade brasileira decisiva: todo esse sistema é essencialmente literário e da escrita formal — na fala cotidiana ninguém diz comprei-o nem vou fazê-lo. As pessoas dizem comprei ele, omitem o objeto ou repetem o substantivo; você aprende essas formas para ler e escrever com formalidade, não para conversar. É também uma divergência clara com o espanhol, que mantém lo/la na fala (lo compré) enquanto o português falado recorre a ele ou a nada.
Objeto direto de 3ª pessoa: o/a/os/as e as formas -lo/-la e -no — como se forma?
V + o/a/os/as · após -r/-s/-z: cai a consoante → -lo/-la (fazê-lo, comprá-la, pô-los) · após nasal -m/-ão/-õe: -no/-na (viram-no, põe-no)
Objeto direto de 3ª pessoa: o/a/os/as e as formas -lo/-la e -no — há observações de uso?
Diga as formas em voz alta, mas espere encontrá-las sobretudo na escrita. Na fala, essas mesmas frases viram vou tentar fazer, resolvi comprar (objeto nulo) ou resolvi comprar ela. Não confunda -lo (verbo + clítico) com o artigo o: fazê-lo é uma palavra, faz o dever são duas.