Registro: norma culta escrita × português brasileiro falado
Registro: norma culta escrita × português brasileiro falado significa “Registro: a diglossia entre a norma culta escrita e o português brasileiro falado do dia a dia”. O brasileiro escolarizado domina duas normas que convivem e alterna entre elas conforme a situação — não são duas versões certa-e-errada da língua. Formação: fala (Me dá / a gente foi / tem / vi ele / dei pra ele / vou fazer) × escrita (Dê-me / nós fomos / há / vi-o / dei-lhe / farei)
Registro: a diglossia entre a norma culta escrita e o português brasileiro falado do dia a dia
C2Formação
fala (Me dá / a gente foi / tem / vi ele / dei pra ele / vou fazer) × escrita (Dê-me / nós fomos / há / vi-o / dei-lhe / farei)
Explicação
O brasileiro escolarizado domina duas normas que convivem e alterna entre elas conforme a situação — não são duas versões certa-e-errada da língua. Na fala espontânea diz-se 'Me dá', 'a gente foi', 'tem', 'vi ele', 'dei pra ele', 'a casa que eu moro' e 'vou fazer'; na escrita formal as mesmas ideias viram 'Dê-me', 'nós fomos', 'há', 'vi-o', 'dei-lhe', 'a casa em que/onde moro' e 'farei'. Essas formas faladas não são erro: são o registro natural e não marcado que qualquer nativo usa com amigos e família. As formas escritas pertencem a entrevistas de emprego, e-mails formais, provas e documentos oficiais. Portanto, aprenda as formas faladas para soar como um brasileiro de verdade e as escritas para escrever bem e passar em exames — e, sobretudo, aprenda a ler a situação e mudar de registro. Quem fala espanhol deve notar que essa distância é maior do que no espanhol, em que a língua escrita e a falada estão bem mais próximas.
Exemplos
Observação
Regra prática: fale as formas da 'fala' e escreva as da 'escrita'. Misturá-las soa estranho — 'Dê-me um minutinho aí' fica engessado e, ao contrário, 'Me dá mais um instante, por favor' num e-mail formal soa informal demais. Mantenha a frase inteira num só registro.
FAQ
Registro: norma culta escrita × português brasileiro falado — o que significa e como se usa?
Registro: a diglossia entre a norma culta escrita e o português brasileiro falado do dia a dia. O brasileiro escolarizado domina duas normas que convivem e alterna entre elas conforme a situação — não são duas versões certa-e-errada da língua. Na fala espontânea diz-se 'Me dá', 'a gente foi', 'tem', 'vi ele', 'dei pra ele', 'a casa que eu moro' e 'vou fazer'; na escrita formal as mesmas ideias viram 'Dê-me', 'nós fomos', 'há', 'vi-o', 'dei-lhe', 'a casa em que/onde moro' e 'farei'. Essas formas faladas não são erro: são o registro natural e não marcado que qualquer nativo usa com amigos e família. As formas escritas pertencem a entrevistas de emprego, e-mails formais, provas e documentos oficiais. Portanto, aprenda as formas faladas para soar como um brasileiro de verdade e as escritas para escrever bem e passar em exames — e, sobretudo, aprenda a ler a situação e mudar de registro. Quem fala espanhol deve notar que essa distância é maior do que no espanhol, em que a língua escrita e a falada estão bem mais próximas.
Registro: norma culta escrita × português brasileiro falado — como se forma?
fala (Me dá / a gente foi / tem / vi ele / dei pra ele / vou fazer) × escrita (Dê-me / nós fomos / há / vi-o / dei-lhe / farei)
Registro: norma culta escrita × português brasileiro falado — há observações de uso?
Regra prática: fale as formas da 'fala' e escreva as da 'escrita'. Misturá-las soa estranho — 'Dê-me um minutinho aí' fica engessado e, ao contrário, 'Me dá mais um instante, por favor' num e-mail formal soa informal demais. Mantenha a frase inteira num só registro.